quinta-feira, 29 de agosto de 2013

A MERETRIZ: A CARACTERÍSTICA PRINCIPAL DE APOCALIPSE 17 Parte II

As sete cabeças foram o assunto de muita discussão nos comentários. Recentemente, Kenneth A. Strand examinou os argumentos do ponto de vista popular preterista, que aplica as sete cabeças a sete imperadores romanos específicos. (24) Louis Were examinou a antiga opinião protestante que aplicava as cabeças a sete formas diferentes de governo em Roma, a sétima das quais era o Exarcado da Ravena. (25) C. M. Maxwell apresentou uma interpretação clara e exaustiva desta seção de Apocalipse 17.26
Todos estes investigadores chegam à conclusão de que as sete cabeças não se referem a reis ou formas específicas do governo de Roma através dos séculos. Todos interpretam os termos "reis" como reinos personificados ou impérios, não como indivíduos isolados (ver Dan. 2:37-39; 7:17, 18, 23). De igual maneira, os "montes" se vêem como símbolos de reinos, como era costume na linguagem profética (Dan. 2:44, 45; Jer. 51:25). Com respeito às "sete cabeças" da besta, Louis Were comentou o seguinte:
"O número 7 se empregou com referência às cabeças em um sentido simbólico e por isso não nos incumbe encontrar um número exato de 7 inimigos do povo de Deus. O número 7 se emprega no Apocalipse em um sentido simbólico para perfeição ou integridade". (27)
Depois de examinar as diferentes propostas para identificar as sete cabeças, o Comentário bíblico adventista conclui"A evidência é insuficiente para garantir uma identificação dogmática delas"(28) Há uma indicação que dá que pensar em Apocalipse 17 e que nos convida a identificar em forma tentativa os reinos principais:
"Dos quais caíram cinco, um existe, e o outro ainda não chegou; e, quando chegar, tem de durar pouco" (V. 10).
Se, se reconhecerem que as cinco primeiras cabeças ou reinos hostis estavam no passado nos dias de João, devemos começar com: Egito, Assíria, Babilônia, Medo-Pérsia e Grécia, para ter cinco reinos que tinham caído nos dias de João. A "cabeça" que "é" seria então Roma imperial. A "cabeça" ainda por vir, apontaria a Roma papal durante a Idade Média. Mas existe um problema com esta posição. Passou por cima sua coordenação com as três fases da besta: "A besta que era, e não é..." (Apoc. 17:11 ). Isto significa que a identificação da sexta cabeça ("que é") com a Roma imperial não se enquadra com a explicação do anjo de que a besta "não é!"
Portanto, parece mais sábio adotar o ponto de vista escatológico apresentado pelo mesmo anjo que traz a praga. Declara K. A. Strand: "A mesma visão [Apoc. 17:1-6] está dada da perspectiva do juízo escatológico quando a besta 'não é ' ".29
O quadro simbólico de que a sexta cabeça está viva enquanto que a besta "não é", requer alguma explicação. A expressão "não é" com respeito à besta indica com toda certeza que a natureza perseguidora ou bestial da besta não está ativa durante a sexta cabeça. O período da sexta cabeça se aplicaria então ao tempo das democracias modernas da Revolução Francesa (1798), quando começaram a separar o Estado e a Igreja. C. M. Maxwell vê também a visão da besta escarlate "do ponto de vista do tempo do fim em lugar de localizar-se nos dias de São João". Explica-o assim:
"Entende que as cinco cabeças 'caídas' seriam Babilônia, Pérsia, Grécia, o Império Romano e a Roma cristã. A sexta cabeça (no tempo do fim) 'é' a Roma cristã ferida de morte, que seria seguida muito em breve pela sétima cabeça que 'ainda não chegou', quer dizer, a Roma cristã com sua ferida curada. A 'hora' quando os dez reis reinam com a besta é um breve período no próprio fim do tempo quando com zelo ditatorial a besta for ajudada no reavivamento de sua dura perseguição". (30)
Podemos imaginar a coordenação da besta escarlate com suas sete cabeças no diagrama seguinte. Toma a visão de Apocalipse 17 como olhando para trás na história da igreja, do tempo do fim, quando a sexta cabeça está presente.
APOCALIPSE 17
PASSADO PRESENTE FUTURO
CABEÇAS
CINCO CAÍRAM: Babilônia; M-Pérsia; Grécia; Roma pagã; ROMA PAPAL.
A SEXTA ESTÁ PRESENTE
Durante o tempo do fim.
A SÉTIMA AINDA NÃO VEIO
CHIFRES
Coroados: Monarquias medievais.
Destronados: As de-mocracias desde a Revolução Francesa.
Coroados por una hora: Unem-se com a besta ressuscitada.
BESTA
ERA: Quando perseguiu.
NÃO É: Não persegue, porque sofre una ferida mortal.
E SERÁ: Fará guerra contra o Cordeiro e seus seguidores ( l 7:12-14).
MUDANÇA REPENTINA: A besta e os 10 chifres destroem a meretriz (17:16).
A revelação nova de Apocalipse 17 tem que ver com a declaração que nos deixa perplexos de que o anticristo (a besta que sobe do mar) de Apocalipse 13, depois que sua ferida mortal tenha sido curada, se levantará mais uma vez ao poder para orquestrar um assalto extremo sobre os santos no tempo do fim. Esta perseguição final toma a natureza de uma guerra político-religiosa da besta, em aliança com os dez chifres, contra o Cordeiro e seus seguidores:
"Os dez chifres que viste são dez reis, os quais ainda não receberam reino, mas recebem autoridade como reis, com a besta, durante uma hora. Têm estes um só pensamento e oferecem à besta o poder e a autoridade que possuem. Pelejarão eles contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com ele" (Apoc. 17:12-14).
A mensagem consoladora de Apocalipse 17 é o breve tempo do terror final e a repentina libertação da última tirania para o Israel de Deus. A ênfase notável sobre o tempo do fim de Apocalipse 17 requer uma atenção especial. Os repetidos indicadores de tempo do passado, presente e futuro em Apocalipse 17 precisam relacionar-se adequadamente à história das três etapas da besta em Apocalipse 13. Apocalipse 17 deve ser considerado como uma das visões de fôlego mais importantes para o povo de Deus no tempo do fim.
A PROGRESSÃO DE TEMPO ENTRE APOCALIPSE 13 E 17
Embora Apocalipse 17 foi considerado por alguns como nada mais que uma repetição de Apocalipse 13, uma comparação estreita da besta das sete cabeças em ambos os capítulos mostra que Apocalipse 17 não é precisamente um duplicado de Apocalipse 13. Três característicos distintivos indicam uma progressão histórica entre a besta que sobe do mar em Apocalipse 13 e a besta escarlate de Apocalipse 17.
1. Os nomes de blasfêmia, limitados às cabeças da besta em Apocalipse 13:1, agora cobrem todo o corpo da besta escarlate (Apoc. 17:3), o que indica o incremento contínuo das demandas jactanciosas do anticristo com o passar do tempo.
2. Os dez chifres da besta escarlate já não levam diademas reais (como em Apoc. 13:1), mas voltarão outra vez a reinar como reis com a besta "por uma hora" (17:12).
3. A besta escarlate não sobe do mar (como em Apoc. 13), mas sim do abismo ou o reino da morte (17:8; ver Rom. 10:7). Isto indica uma ressurreição do reinado da besta. Este renascimento ou reencarnação do anticristo em escala universal é a revelação única em seu gênero de Apocalipse 17.
As Três Etapas da Existência do Anticristo
João percebe três fases sucessivas da besta-anticristo. Primeiro, a besta ia fazer guerra contra os santos durante 42 meses (Apoc. 13:5). Depois acertam uma ferida mortal à besta (V. 3). Finalmente, João viu a besta revivida reassumir sua guerra contra os santos só por "uma hora" ou "um pouco de tempo", e imediatamente partir à sua destruição (17:8, 10, 11 ). O anjo interpretador descreve as três etapas sucessivas da besta em forma repetida (três vezes):
"A besta que viste, era e não é, está para emergir do abismo e caminha para a destruição. E aqueles que habitam sobre a terra... se admirarão, vendo a besta que era e não é, mas aparecerá" (Apoc. 17:8).
"E a besta, que era e não é, é ela também o oitavo, e é dos sete, e vai à perdição" (Apoc. 17:11).
Dessa maneira o anjo enfatiza três vezes que a visão de João pertence ao período quando a besta "não é", quer dizer, quando não está reinando como perseguidora dos santos, enquanto a besta está "para subir [mélei anabáinein] do abismo" (Apoc. 17:8). Esta descrição determina o ponto de vista do tempo da visão de Apocalipse 17, quando a besta "não é", quer dizer, quando recebeu sua "ferida mortal". A este respeito, G. McCready Price declarou: "Não parece haver possibilidade de negar que esta época de 'não é' da besta deve corresponder à época da ferida de morte de Apocalipse 13:3". (31)
No entanto, Apocalipse 17 revela que a ferida mortal não foi infligida à mulher perseguidora. A igreja apóstata ficaria, seria só como "uma viúva" porque a besta já não estaria disponível para executar seus mandatos. Durante o período de sua ferida mortal, a besta "não é" (17:8; 18:7), o que significa que não persegue.
Para sintetizar os pontos de vista do tempo em Apocalipse 12, 13 e 17 digamos: o dragão fez guerra contra os santos durante o tempo da Roma pagã (12:1-5), a besta do mar continuou esta guerra durante a Idade Média (13:1-10), enquanto que a besta escarlate de Apocalipse 17 descreve a ameaça aos santos vista do tempo da Revolução Francesa. Esta conclusão denota que Apocalipse 17 não aponta à Roma imperial ou à Idade Média, e sim ao tempo dos acontecimentos finais. Por conseguinte, estamos de acordo com a conclusão do Kenneth Strand;
"Procurar na história um cumprimento, por exemplo, da fase "não é" da besta do capítulo 17, quando esta fase é obviamente uma vista de juízo, é ilógico. Ou tratar todo o capítulo 17 como tendo cumprimento histórico antes que escatológico é não compreender o verdadeiro sentido do capítulo e de toda a segunda parte do livro do Apocalipse em que aparece". (32)
A Futura Sétima Cabeça
Parece completamente claro que a declaração do anjo: "Dos quais caíram cinco, um existe, e o outro ainda não chegou" (Apoc. 17:10), indica poderes mundiais consecutivos. A ênfase do anjo não está nas cinco primeiras cabeças que caíram, nem na cabeça que "é" contemplada do ponto de vista do anjo da praga. O interesse do anjo se centra especificamente na última, ou seja, na sétima cabeça. Procede dando à besta ressuscitada o número oito!
"E a besta, que era e não é, é ela também o oitavo, e é dos sete, e vai à perdição" (Apoc. 17:11, RC).
A designação numérica da besta revivida é muito significativa. É "o oitavo" embora pertença às sete cabeças (Apoc. 17:11)! Como é uma das sete, não se deve assumir que repentinamente a besta acrescenta uma oitava cabeça. O dragão de Apocalipse 12, a besta de Apocalipse 13 e a besta revivida de Apocalipse 17, todas estão descritas só com sete cabeças. O anjo faz três declarações paralelas concernentes à besta revivida:
"Está para emergir do abismo" (17:8a).
Mas reaparecerá" (17:8c).
É ela também o oitavo" (17:11).
Combinando estas declarações, vemos que o que é contado como "oitavo" se aplica à ascensão da besta do abismo, quer dizer, a sua ressurreição. Vários eruditos do Novo Testamento vêem uma paródia irônica na atribuição do número "oito" à besta restaurada. Vêem o dia da ressurreição de Cristo como "o oitavo dia" porque veio depois de seu descanso na tumba no sétimo dia sábado. Declara Alan Johnson: "O oitavo era o dia do Messias, o dia da nova era e o sinal da vitória sobre as forças do mal". (33) Mas Satanás desafia esta vitória de Cristo pela ressurreição de seu próprio reino a um novo poder mundial:
"Para recrutar tantos como lhe é possível para sua parte na guerra, a besta imita a ressurreição de Cristo (ele 'é um oitavo rei' [V. 11]) e dará a aparência de estar vivo e de dominar o mundo (cf. Luc. 4:5-7)". (34)
O contar como "oito" à sétima e final cabeça da besta indica não só que é uma besta ressuscitada, mas também alerta a igreja às demandas enganosas de um poderoso Messias falso. Imitará a morte e ressurreição do Jesus como "o oitavo" (Apoc. 17:11). O contraste fundamental não escapará à mente penetrante. Louis F. Were concluiu sua análise profunda de Apocalipse 17 com este comentário perspicaz:
"Ao saber que o número 8 é o símbolo na Bíblia da ressurreição e do triunfo do Senhor sobre seus inimigos, podemos captar o significado de Apocalipse 17:11... Como Jesus triunfou sobre seus inimigos e se levantou em poder glorioso para usá-lo na salvação de seu povo, assim se levantará esta besta de seu lugar de morte à posição de um poder ainda maior, que tratará de empregar para a destruição do povo de Deus". (35)
Mas a sétima cabeça permanecerá no poder só por "breve tempo" (Apoc. 17:10). Depois, irá repentinamente "à destruição" em sua luta contra o Cordeiro e seus seguidores (vs. 11, 14), o que ocorrerá por meio do impacto do glorioso advento de Cristo:
"Mas a besta foi aprisionada, e com ela o falso profeta... Os dois foram lançados vivos dentro do lago de fogo que arde com enxofre. Os restantes foram mortos com a espada que saía da boca daquele que estava montado no cavalo. E todas as aves se fartaram das suas carnes" (Apoc. 19:20, 21).
Albert Vanhoye em seu estudo clássico sobre o uso de Ezequiel no Apocalipse, concluiu dizendo:
"Em realidade, o que é importante observar não é só que o sentido geral da passagem [Apoc. 17:1-6, 15-18], mas sim todo seu vocabulário corresponde ao de Ezequiel 16 e 23. Daí vem a ideia do juízo da prostituta; também, tanto Ezequiel 16 como 23 estão construídos na forma de um juízo".36
Esta correspondência entre o Ezequiel 16 (e 23) e Apocalipse 17 estabelece uma tipologia cristã entre a Jerusalém apóstata e a igreja apóstata. A Babilônia do tempo do fim é uma cristandade apóstata que adotou as formas pagãs de culto cristão, mudou a lei do Deus do pacto e estabeleceu alianças com os poderes políticos. Toda esta infidelidade da igreja para com Cristo está condenada à autodestruição em Apocalipse 17:16. As autoridades civis e políticas exporão em última instância a vergonha ou culpa de Babilônia e atuarão em conseqüência como os agentes da retribuição divina (17:16, 17). Desta forma, Apocalipse 17 funciona como o cumprimento eclesiológico de Ezequiel 16 e 23.
A VITORIOSA IGREJA REMANESCENTE DE CRISTO
O propósito mais elevado do Apocalipse é insistir com o povo de Deus a sair de Babilônia e seguir a Cristo. Isto está de maneira explícita em Apocalipse 18. Os companheiros do Cordeiro são descritos como "chamados, eleitos e fiéis", que "se acham com ele" (Apoc. 17:14). Esta descrição indica que os cristãos vitoriosos não só são chamados e escolhidos por Deus (Mat. 22:14), mas sim também permanecem leais a Jesus (Apoc. 14:12). Retêm "o testemunho do Jesus" e de seu senhorio na prova final da fé (12:17; 14:12). Em meio das nuvens sombrias do juízo de Babilônia podemos discernir a luz brilhante dos que permanecem fiéis a Cristo até o próprio fim, ainda até o ponto do martírio (ver 2:10).
No Apocalipse, o mártir, como testemunha de Cristo, é o genuíno vencedor! Os seguidores de Cristo sabem que sua luta é mais que uma batalha física. Não são rebeldes políticos; respondem à ameaça de morte da besta com "paciência e fé" (Apoc. 13:10). É assim como conquistam a besta. "Vencer" no livro do Apocalipse significa fundamentalmente confessar o senhorio de Jesus Cristo em meio da perseguição; quer dizer, ser "fiel ao meu nome (2:13, NVI). A possibilidade de fracassar é real, e os que fracassam em guardar o testemunho do Jesus e escolhem ao anticristo deverão fazer frente ao juízo de Deus. Seus nomes serão apagados do livro da vida (3:5; 22:19) e perderão sua parte na árvore da vida e na santa cidade (2:23; 22:19).
Esta é a solene advertência de João para os crentes cristãos. Tanto em Apocalipse 13:8 como em 17:8 se faz referência ao "livro da vida" para assinalar a certeza da vida eterna para o vencedor. As profecias de Daniel concluem de igual maneira com a segurança de que "será libertado seu povo, todos os que se achem escritos no livro" (Dan. 12:1).
Referências 

A Bibliografia para Apocalipse 17 e 18 a encontrará nas pp. 540-543.
7 J. M. Ford, Revelation, p. 283.
8 "L'Utilisation du livre d'Ézéquiel dans l'Apocalypse", Biblica 43 (1962), especialmente as pp. 40-442.
9 Charles, The Revelation of St. John, t. 2, p. 73.
10 Vogelgesang, The Interpretation of Ezekiel in the Book of Revelation, p. 30.
11 Ver Megillah 4:10 na Mishnah [Mishná] (H. Danby), p. 207.
12 Zimmerli, Ezekiel y, t. 1, p. 349.
13 Ruiz, Ezekiel in the Apocalypse: The Transformation of Prophetic Language in Apocalypsis 6, 17-19:10, p. 377.
14 Ibid., p. 367.
15 Andrews, Three Messages of Revelation, p. 48.
16 J. M. Ford, Revelation, p. 285.
17 Ver LaRondelle, The Israel of God in Prophecy. Principles of Prophetic Interpretation, cap. 4.
18 J. M. Ford, Revelation, p. 285.
19 Ibid., p. 286
20 Ruiz, Ezekiel in the Apocalypse: The Transformation of Prophetic Language in Apocalypsis 6, 17-19:10, p. 349.
21 Ibid., p. 359.
22 Satanás é a mente mestra que está por trás das 7 cabeças da besta. Manifestou seu poder mundial como o dragão pagão por meio de todos os impérios pagãos que oprimiram a Israel: Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia e o Império Romano, que correspondem às 4 primeiras cabeças. Cada vez a cabeça de plantão identifica-se com o próprio dragão. E assim acontece com as cabeças 5 e 7. A cabeça 6 é a cabeça ferida quando a besta "não é" (Apoc. 17:8, 11), que é o tempo entre a Revolução Francesa e nossos dias.
23 Andrews, Three Messages of Revelation, p. 78.
24 Strand, "The Seven Heads: Dou They Represent Roman Emperors?", Simpósio sobre o Apocalipse. t. 2, pp. 177-206.
25 Were, The Woman and the Beast in the Book of Revelation, cap. 21.
26 Ver Maxwell, Apocalipsis: sus revelaciones, pp. 471-479.
27 Were, The Woman and the Beast in the Book of Revelation, p. 188.
28 7 CBA 868.
29 Strand, Interpreting the Book of Revelation, p. 55.
30 Maxwell, Apocalipsis: sus revelaciones, p. 472.
31 McCready Price, El tiempo del fin, p. 60.
32 Strand, Interpretando el libro del Apocalipsis, p. 54.
33 Johnson, Expositor's Bible Commentary, t. 12, Revelation, p. 561.
34 Ibid.
35 Were, The Woman and the Beast in the Book of Revelation, pp. 113, 114.
36 Vanhoye, "L'Utilisation du livre d'Ézéquiel dans l'Apocalypse", Biblica 43 (1962), p. 441.
Extraído de Profecias do Tempo do Fim. H. Larondelle
Pr. Cirilo Gonçalves da Silva Mestre em Teologia e Evangelista
Twitter: @prcirilo
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