terça-feira, 3 de setembro de 2013

POSSO NASCER HOMOSSEXUAL?


Nosso discernimento a cerca do pecado é muito imaturo. Davi escreve que em pecado sua mãe o concebeu, isto quer dizer, que quando os seus tecidos eram formados no ventre da sua genitora o  pecado era transferido também a ele. “Eis que eu nasci em iniqüidade, e em pecado me concedeu minha mãe. Eis que desejas que a verdade esteja no íntimo; faze-me, pois, conhecer a sabedoria no secreto da minha alma. Purifica-me com hissopo, e ficarei limpo; lava-me, e ficarei mais alvo do que a neve. Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que se regozijem os ossos que esmagaste. Esconde o teu rosto dos meus pecados, e apaga todas as minhas iniqüidades. Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito estável”. (Salmos 51: 5-10). Conhecer e reconhecer o pecado que em nós habita é o desejo de Deus. Sermos conhecedores do bem e do mal e estarmos em contínuo exercício, através de nossas mentes, para discernirmos o bem do mal é o desejo de Deus (Hb. 5:12-14)
A maior manifestação da verdade está sendo trocada pela mensagem de engano, que uma pessoa possa nascer sem o pecado. É a mais pura verdade, que qualquer pessoa nasce homossexual,  homicida,  beberrona, glutona, mentirosa, adúltera, depressiva, bipolar, pois quaisquer umas destas manifestações são causadas a partir da existência do pecado que em nós habita. Qualquer manifestação que eu venha cometer, contra o favor da lei dos homens, contra ou a favor da lei de Deus, se for contrária ao amor da verdade, será feita a partir do pecado que em nós habita.
Este conceito, de que quem não manifesta o pecado não é pecador, é um engano da injustiça operando na mente daqueles que não tem amor na verdade para viver. Nós não nos tornamos pecadores quando pecamos, mas pecamos porque somos pecadores na essência. Quem postula a cerca desta verdade é João na sua primeira carta e Paulo em Romanos 7, falando a cerca do bem que deseja fazer e não faz, mas o mal que não quer ele pratica.
Nossa saída para este problema existencial é o Evangelho e não o psicanalista, os remédios, as clínicas, as cadeias. Estas são as soluções humanas a cerca do pecado. Já desde do Éden o homem tenta encontrar “folhas de figueira e costuras” para cobrir seu pecado e vestir a sua nudez, mas isto é auto-engano. Desde o Éden, o homem é insaciável em sua vontade, não se contentando com tudo que lhe fora provido pela criação, mas insanamente desejando aquilo que significava morte no final. Somos estes seres humanos, descendentes de Adão e Eva!
Eu seria leviano em dizer, por exemplo, que a depressão é apenas uma enfermidade do corpo, simplesmente porque ela está ligada as funções da alma (emoções, sentimentos), e portanto, existem duas vertentes para a depressão. Nós somos aquilo que comemos dizem os especialistas da nutrição. Eu digo a mesma coisa em relação a alma. Por vivermos comendo da árvore do conhecimento do bem e mal todos os dias é natural que nossa alma encontre caminhos de morte.
Davi relata o segredo de uma vida restaurada “Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que se regozijem os ossos que esmagaste”. É somente pela Palavra de Deus e no amor a verdade do Evangelho que podemos curar as manifestações do pecado que em nós habita. Deus quer sarar a terra, Deus quer nos retirar do domínio do pecado (Romanos 6), mas primeiro devemos nos conscientizar a cerca de nós mesmos para darmos valor a reconciliação com Deus.
Nós cristãos pecadores não temos que guerrear contra pecadores não cristãos (Efésios 6), nem fazer campanhas contra as manifestações populares de pecadores (As paradas Gays). Temos que amá-los e conduzi-los a Jesus que curará as doenças e as enfermidades do corpo, alma e espírito, assim como um dia nós também fomos sarados. Todos os homens, inclusive Adão, existiram com sede e fome de alma, porém não colocaram suas almas para saciarem de Deus e daí as conseqüências de saciarem suas almas com a “árvore do conhecimento” criando a partir dela um mundo próprio e cheio de aflições. A cerca desta sede, Jesus disse:

“Porque o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo. Disseram-lhe, pois: Senhor, dá-nos sempre desse pão. Declarou-lhes Jesus. Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim, de modo algum terá fome, e quem crê em mim jamais terá sede. Mas como já vos disse, vós me tendes visto, e contudo não credes. Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora. Porque eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou. E a vontade do que me enviou é esta: Que eu não perca nenhum de todos aqueles que me deu, mas que eu o ressuscite no último dia.”
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