terça-feira, 3 de setembro de 2013

EDIFICANDO A MORADA DO ESPIRITO - PARTE I

Edificando a Morada do Espírito
(texto base Hb. 3:1-19)

                             “O Espírito mesmo testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus;” Rm. 8:16.
Amados, tenho sido perturbado em meu espírito por alguns conflitos a respeito das coisas de Deus. Vejo que nós, como igreja, só perdemos quando nos dividimos a respeito de questões a cerca das coisas do espírito humano.
Para alguns é fato de que em nosso espírito habita o Espírito de Deus, portanto a casa de Deus está em nosso espírito. Ele nos vivificou nos santificou em nosso espírito para que ali colocasse eternamente o Seu Santo Espírito. É muito importante que compreendamos isto porque temos sido impulsionados a pensar que Deus possa habitar em construções feitas por mãos humanas , como templos ou lugares terrenos, e isto não é verdade. (At.7:48; 1 Cor. 3;16; 6:19; 2 Cor. 6:16).
A cerca destas coisas, Paulo teve muito trabalho para ensinar aos gregos de Corinto a cerca do que é a habitação de Deus (Ef. 2:20-22). Eles vinham de cultos pagãos. Havia na cidade cerca de 12 templos. Um dos mais infames era dedicado a Afrodite, deusa do amor, cujos adoradores praticavam a prostituição religiosa. Uns 400 metros ao norte ficava o templo de Asclépio , o deus da cura, e no meio da cidade estava localizado o templo de Apolo, deus da música. Em termos de adoração e templos os Corintios eram bem instruídos, e hoje em dia vemos os mesmos deuses operando.
Porém nós como habitação de Deus, somos também corpo de Cristo, e se Cristo é a plenitude de Deus, e Deus em nós habita, temos a plenitude de Deus em nós (Cl. 2:9). Está escrito em Ef. 1:3 que toda sorte de bênçãos estão em regiões celestes; e em 2:4-6, que Deus nos fez assentar com Cristo nestas mesmas regiões celestes e desfrutarmos destas bênçãos porque elas estão em Cristo. Você pode assim dizer: O Céus dos céus estão em Cristo e eu tenho Cristo, portanto toda a glória de Deus está em mim (Rm. 9:21-24), somos vasos de barro que possuem a plenitude da glória e das riquezas de  Deus (v. 24). Portanto todo conhecimento, toda a sabedoria, toda a ciência,  todos os dons e ministérios, enfim, toda a plenitude de Cristo está em nós! Oh glória! (Col. 2:8-10)
Mas como “ativar” tudo isto em mim? Afinal está em mim mas eu não vejo, não ouço nem sinto nada! É... bem profetizou Isaías: “Disse, pois, ele: Vai, e dize a este povo: Ouvis, de fato, e não entendeis, e vedes, em verdade, mas não percebeis. Engorda o coração deste povo, e endurece-lhe os ouvidos, e fecha-lhe os olhos; para que ele não veja com os olhos, e ouça com os ouvidos, e entenda com o coração, e se converta, e seja sarado.” É no espírito que tudo acontece e não na alma!
Se olharmos para o primeiro templo de Deus na terra, veremos uma tenda no meio do deserto com várias imagens e utensílios e rituais envolvendo o culto a Deus (Ex 25-40). Mas são quinze capítulos para eu ler? Sim meus amados, gastem tempo com a Palavra de Deus, pois dela provém as fontes de vida!  (Mt. 22:29; Jo. 5:39; 20:9) No cap. 40:34 de Êxodo está escrito:
“Então a nuvem cobriu a tenda da revelação, e a glória do Senhor encheu o tabernáculo; de maneira que Moisés não podia entrar na tenda da revelação, porquanto a nuvem repousava sobre ela, e a glória do Senhor enchia o tabernáculo”.
Amados, esta é a prova textual que onde existir um templo que pertence a Deus Ele o enche com Sua glória! Se você é o templo, habitação, morada de Deus, toda a glória dEle está dentro de você!
“Porque toda casa é edificada por alguém, mas quem edificou todas as coisas é Deus. Moisés, na verdade, foi fiel em toda a casa de Deus, como servo, para testemunho das coisas que se haviam de anunciar; mas Cristo o é como Filho sobre a casa de Deus; a qual casa somos nós, se tão-somente conservarmos firmes até o fim a nossa confiança e a glória da esperança. (Hb 3:6)
No livro aos Hebreus há toda riqueza de sabedoria acerca deste lugar de oferta de sacrifícios, onde Cristo penetrou e ofereceu Seu sangue para purificar o Santuário. Ora meus amados, no Céus dos céus onde Deus estava aguardando o sangue de Cristo para purificar todas as coisas (Hb. 9:22) não poderia haver impureza, ou então Deus estaria até então vivendo em lugar impuro até o sacrifício perfeito? É claro que não, mas Ele predestinou (Ef. 1:4-12) fazer em nós a sua habitação e para isto teve que aguardar o sangue purificador do Filho para poder purificar o Santuário no qual Ele estabeleceu para ser Sua eterna morada. (Ez. 36:24-27:37:26-28; Zac. 8:8; Ap. 21:3).
Tudo o que foi escrito no velho testamento foi  para exemplo a fim de conhecermos as coisas espirituais (1 Cor. 10:5-6).
Agora vamos edificar sobre o fundamento dos Apóstolos.
Deus é espírito e tudo que de nós quer se relacionar em verdade e agradar a Ele provém do nosso espírito, não da nossa alma, amém? Em Romanos 8 no vs 7 diz: “Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem em verdade o pode ser;”. Ora o que o Apóstolos quis dizer: “nem em verdade o pode ser”? Significa a limitação da carne em sujeitar-se a Lei de Deus, visto que, mesmo conhecendo a verdade nossa carne não se sujeita Lei do Senhor :
“Porque bem sabemos que a lei é espiritual; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado. Pois o que faço, não o entendo; porque o que quero, isso não pratico; mas o que aborreço, isso faço. E, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. Agora, porém, não sou mais eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; com efeito o querer o bem está em mim, mas o efetuá-lo não está. Pois não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse pratico. Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim.(Rm. 7:14-20)
Portanto não estamos ouvindo Paulo falar apenas de inclinações imorais da carne, mas também das inclinações de justiça que ela tenta produzir. Então ele conclui no vs. 8 “e os que estão na carne não podem agradar a Deus”. Se o meu louvor, ou a minha oração ou a minha adoração estiver sendo produzida na minha carne isto não pode agradar Deus!(Jo. 4:23-24). Se não for o nosso espírito que ora então não tem oração que agrade ao Senhor, amém? (Rm. 8:26-27).
 Paulo nos está ensinando que quando oramos com nossa alma, nosso entendimento ou emoções, não sabemos orar como convém, daí a necessidade do Espírito Santo interceder por nós em nossas orações.
Quando ainda somos crianças no entendimento a cerca das coisas espirituais (1 Cor. 3:1-3) somos comparados aos bebês que não tem fala e alguém intercede por ele para que satisfaça os seus anseios, necessidade, a aliviar suas dores. Como uma mãe que reconhece o choro do seu filho bebê e sabe quando é choro de fome, ou de dor, ou sono, assim o Espírito Santo intercede por nós em nossas fraquezas enquanto usamos linguagem humana!
Mas Paulo quer falar a espirituais, não a carnais que são bebês no entendimento! Por isso ele tem que vir com leite e não pode ainda dar alimento para adultos no entendimento (Hb. 5:12-14). Toda sua exposição na primeira carta aos Coríntios sobre dons espirituais não poderia ser feita se antes não houvesse o fundamento Cristo e Seu corpo na terra. Daí importância de sermos cônscios quanto a nossa posição no corpo de Cristo, quanto a honra, quanto a ministérios, quanto a unidade! (1 Cor. 12:1-31).
 Agora quanto a edificação pessoal ele nos ensina sobre o falar em línguas. Em Atos dos apóstolos no cap. 2 vemos o mover de sinais. Deus distribuiu línguas estrangeiras (idiomas) conforme o Espírito concedia que falassem. Ali não estavam falando a Deus, mas falando das grandezas de Deus aos homens, ou seja uma linguagem conhecida segunda cada nação para ouvirem do evangelho. Depois de tocados por esta mensagem e aberto seus corações Pedro pôde levantar-se e pregar em seu próprio idioma local e converter mais de 3.000 almas. (Atos. 2:1-41).
Mas para edificação pessoal Paulo diz que aquele que ora o faz a Deus (1 Cor. 14:2) e não fala de coisas conhecidas (grandezas de Deus Atos 2:11) mas fala em mistérios, ou seja, algo não conhecido ou não compreendido por homem nenhum. Portanto em 1 Corintios 14:2 não são os sinais para os incrédulos, mas edificações para nossas próprias vidas. Mas em 1 Cor. 14:21-22 Paulo cita o texto de Isaias 28 para explicar o que ocorreu em Atos 2:4-12. Ou seja, Deus usou a linguagem assíria para falar ao seu próprio povo:
“Ora, a quem ensinará ele o conhecimento? e a quem fará entender a mensagem? aos desmamados, e aos arrancados dos seios? Pois é preceito sobre preceito, preceito sobre preceito; regra sobre regra, regra sobre regra; um pouco aqui, um pouco ali. Na verdade por lábios estranhos e por outra língua falará a este povo; ao qual disse: Este é o descanso, dai descanso ao cansado; e este é o refrigério; mas não quiseram ouvir.” O que significa que Deus estabelece linguagem humana para falar ao povo mas assim mesmo o povo não quer ouvir.
Em Atos 2 vemos novamente Deus estabelecendo linguagem humana para anunciar Suas grandezas, mas agora encontrando corações prontos ao arrependimento. Paulo então ensina que os sinais em línguas estrangeiras são para os incrédulos, porém as línguas incompreensíveis do v. 2 não é para incrédulos mas para crentes que falam a Deus. E se estas línguas incompreensíveis forem anunciadas no meio da igreja que sejam feitas com interpretações.
Mas o que ora em línguas ininteligíveis ora com entendimento? Não!
“Porque o que fala em língua não fala aos homens, mas a Deus; pois ninguém o entende; porque em espírito fala mistérios.”
Se o  falar em línguas de 1 Cor 14 é o mesmo de Atos 2 como explicar:
Como é, pois, que os ouvimos falar cada um na própria língua em que nascemos? Nós, partos, medos, e elamitas; e os que habitamos a Mesopotâmia, a Judéia e a Capadócia, o Ponto e a Ásia, a Frígia e a Panfília, o Egito e as partes da Líbia próximas a Cirene, e forasteiros romanos, tanto judeus como prosélitos, cretenses e árabes-ouvímo-los em nossas línguas, falar das grandezas de Deus”.
A Palavra de Deus não pode se contradizer, por isso existem duas linguagens. Uma compreensível (idioma) dada por Deus a nós em momentos que Ele determina, capacita ou concede  (Atos. 2:4) e outra ininteligível (língua dos anjos, língua de espírito) 1 Cor. 13:1 que eu uso, ou seja, não dependo de Deus para usá-la, pois ela já me foi dada, quando recebi o Espírito Santo ao ouvir e crêr no evangelho (Mt. 3:11; Ef. 1:13), então oro a Deus para edificação própria ou da igreja se houver quem interprete. Não poderia ser linguagem idioma para a igreja pois daí não precisaria de Deus para interpretá-las, visto que a interpretação também é um dom espiritual, mas traríamos um poliglota incrédulo e ele faria todas as traduções!
O tema deste estudo é: Edificando a morada do Espírito. Agora que entendemos que somos a morada de Deus e que o dom de línguas para orarmos a Deus fala de edificação pessoal vamos nos concentrar no que se refere a palavra edificação.
[Do lat. aedificare.]
V. t. d.
 1.  Construir; levantar: edificar uma casa, um templo; edificar uma nova cidade. 
 2.  Fundar, instituir, criar: edificar uma doutrina. 
 3.  Induzir à virtude; infundir sentimentos religiosos em: Procurava, com prédicas diárias, edificar os fiéis;  "o misticismo truculento da raça espanhola a torturar a carne para edificar o espírito"  (Antero de Figueiredo, Jornadas em Portugal, p. 267). 
V. int.
 4.  Infundir sentimentos morais e religiosos: Aconselhava leituras que edificassem. 
V. p.
 5.  Receber impressões edificantes: Edificou-se com jejuns e abstinências.  [Conjug.: v. trancar.] .
Tudo o que em nossa literatura pode nos ajudar o que mais se aproxima da intenção do Espírito sobre edificar seria: “receber impressões edificantes”.
Nossa alma tem o controle do conhecimento humano. O Espírito tem o controle do conhecimento divino (1 Cor. 2:10-16). Nossa alma recebe por meio dos sentidos (audição, olfato,tato, paladar e visão) os conhecimentos terrenos, ou seja, deste mundo. Mas em nosso espírito nos é revelado o conhecimento divino, ou seja, em nosso espírito nos é transmitido o conhecimento de Deus.
Às vezes a minha mente não consegue absorver aquilo que em meu espírito foi “impresso”, isto se deve ao fato de que a minha mente não pode compreender as coisas do Espírito “Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque para ele são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. Mas o que é espiritual discerne bem tudo, enquanto ele por ninguém é discernido.” (1 Cor. 2:14)
Paulo não pode falar aos Corintios como a espirituais, mas teve que falar como a carnais. Portanto tudo que Paulo escreve aos Corintios é a homens que são governados por mentalidades carnais e que haviam recebido dons espirituais, ou seja, uma Ferrari para uma criança! Agora ele tem que voltar aos fundamentos do evangelho para explicar a eles o que eles haviam recebido da parte de Deus!
Se nós ainda não entendemos o que são as línguas ainda somos imaturos! Porque elas são para os perfeitos! (1 Cor. 2:6). Nós recebemos o espírito sabedoria e de revelação de Deus em nosso espírito (Ef. 1:16-17), mas esta transferência de conhecimento divino para nossa mente precisa acontecer, e isto só é possível quando submetemos nossa vida ao governo do Espírito e não da alma (carne) e o fazemos quando oramos no espírito!
“O que cremos determina a maneira como pensamos, somos e vivemos e como procedemos. Uma crença errada significa, em ultima análise, em uma vida deformada. Cada um pode determinar para si o crescimento espiritual ou a extinção da verdadeira fé em Cristo. Todo o avivamento começa em uma geração que se volta para a Palavra de Deus”! (Glênio Paranaguá- 1ª Igreja Batista de Londrina).
Alguns ainda manifestam as coisas do Espírito em suas vidas mas não com entendimento, daí os excessos em nossas reuniões! Por isso Paulo escreve aos Corintios. Tinham o dom mas não o compreendiam!
A Palavra diz que o que ora em línguas, ora a Deus, a fim de edificar a casa de Deus! Amados Deus quer edificar a morada dEle em nós. Se a tua casa espiritual tem “três cômodos” Ele que transformá-la em um Palácio espiritual com lugar para todas as bênçãos das regiões celestes dentro dele! Se não temos todas as benções celestiais é porque ainda não há lugar para elas!
Aquele que ora edifica a casa de Deus. Há muitos conhecimentos de Deus que estão prontos para nos serem revelados mas por falta de estrutura (edifício sem alicerce) Ele não pode nos dar, pois não poderemos suportar (João 16:13). Quem nos edifica os fundamentos de alicerce? Apóstolos e profetas! Quem é a pedra fundamental? Cristo! (1 Cor. 3:9-23; Ef. 2:20-22).
A bíblia diz que quem ora em línguas ora sem entendimento, então não é com os sentidos, mas sim no espírito que  ora, e meu espírito não precisa de minha voz para orar, pois Deus “ouve a voz do meu espírito” sem pronunciamos uma só palavra audível. (Mc. 2:6-8; Mt. 9:2-4). Então porque a necessidade de sair de dentro de mim palavras audíveis as quais eu não compreendo e Deus não necessita delas para “ouvir a minha oração no espírito?
Paulo diz, que enquanto eu oro no espírito a minha mente fica infrutífera!(1 Cor. 14:14). É possível ao ser humano ficar um minuto sem pensar em alguma coisa? Mas Paulo diz que a mente daquele que ora no espírito fica infrutífera enquanto ora no espírito! A única maneira de eu não pensar em coisas alguma que tenham significado é se eu fizer com que a minha mente formule palavras desconexas, ininteligíveis, aí sim ela não terá domínio sobre a oração que meu espírito está a fazer. Neste momento Deus está se comunicando com meu espírito a fim de edificar a Sua casa em mim, sem no entanto a minha alma (mente) interferir na oração. Deus fala, eu falo em espírito, mas minha mente não entende e se mantém afastada, pois ela é contraria as coisas de Deus (1 Cor. 2:14; Gal. 5:17). Porém se formos espirituais e não carnais como os Corintios, discerniremos espiritualmente o que edificamos enquanto oramos no espírito! Deus jamais terá o domínio sobre a tua língua para fazer você pronunciar quaisquer “palavras espirituais” independente de tua vontade. O único que faz isso com os homens é Satanás. Ele é usurpador. Ele sim toma a mente das pessoas, as possui, e usa a língua delas para falar aos homens.

Portanto, aquele que ora no espírito edifica a casa de Deus e traz para esta casa toda a riqueza de sabedoria e mistérios de Deus para estar em seu espírito para todo o sempre!
“Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos! Pois, quem jamais conheceu a mente do Senhor? ou quem se fez seu conselheiro? Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado? Porque dele, e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém”. (Rm. 10:33-36)
Pois, quem jamais conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo! ((1 Cor. 2:16) Oh Glória!
Amados, não fique atado a sofismas, baluartes (teologias) que na verdade se levantam contra o conhecimento de Deus. Se você não for liberto disto a tua experiência em Cristo se resumirá ao mesmo nível de conhecimento destes que impedem o agir de Deus na tua vida. Na verdade, se você só ouve a Palavra Deus por meio de terceiros então toda a tua experiência em Cristo se resumirá ao mesmo nível de conhecimento destes. Mas se a Palavra de Deus e o Espírito Santo forem toda fonte de inspiração e conhecimento a serem desfrutados então o lugar que você poderá chegar é ao de varão perfeito! (Ef. 4:13; 2 Tm. 3:16-17).

Caso ainda você esteja em duvida, faça um desafio a si mesmo: Ore no espírito, e pronuncie palavras desconexas provenientes da sua própria imaginação por um tempo. Ore com freqüência. Permita-se ser edificado, e depois de um tempo, avalie como você discerne as coisas espirituais e sobre como as revelações que estão escondidas na Palavra de Deus vêem até você. Desfrute desta benção: ORE EM LÍNGUAS!
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